https://periodicos.ufsb.edu.br/index.php/paubrasilia/issue/feed Paubrasilia 2019-11-11T22:59:56+00:00 Jaílson Santos de Novais jailson.novais@ufsb.edu.br Open Journal Systems <p>A revista&nbsp;<strong><em>Paubrasilia</em></strong> (ISSN 2595-6752) é uma publicação eletrônica oficial do Jardim Botânico FLORAS e aceita trabalhos científicos originais em botânica, incluindo pesquisas sobre: coleções botânicas, conservação vegetal, divulgação científica em botânica, etnobotânica, botânica econômica, ensino de botânica, educação ambiental voltada à botânica, biogeografia vegetal, sistemática vegetal, biologia reprodutiva de plantas, ecologia vegetal, botânica estrutural, palinologia, paleobotânica, fisiologia vegetal, biotecnologia vegetal, ficologia e micologia.</p> https://periodicos.ufsb.edu.br/index.php/paubrasilia/article/view/27 Expediente 2019-11-11T22:59:56+00:00 Revista Paubrasilia paubrasilia@ufsb.edu.br 2019-08-02T17:12:32+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufsb.edu.br/index.php/paubrasilia/article/view/19 Diagnóstico polínico da geoprópolis de Melipona scutellaris L. (Meliponini, Apidae, Hymenoptera) coletada em uma área de Mata Atlântica no Nordeste do Brasil 2019-11-11T22:59:53+00:00 Vanessa Ribeiro Matos vanessamatos18@yahoo.com.br Francisco de Assis Ribeiro dos Santos fasantos@ufes.br <p><em>Melipona scutellaris</em> (uruçu) é endêmica da região Nordeste do Brasil, poliniza um número diversificado de espécies de plantas e é importante na manutenção da biodiversidade dos biomas da região, como a Mata Atlântica. O presente trabalho analisou 16 amostras de geoprópolis produzidas por esta abelha em uma área de Mata Atlântica no município de Entre Rios (Bahia). As quais foram processadas seguindo a técnica de acetólise com modificações sugeridas para geoprópolis. 75 tipos de pólen foram encontrados, dos quais 59 foram identificados como pertencentes a 28 famílias botânicas. A família Fabaceae foi a mais importante com 12 tipos polínicos identificados. Os gêneros <em>Cecropia</em> (Urticaceae), <em>Eucalyptus</em> (Myrtaceae), <em>Mimosa pudica</em> (Fabaceae) e <em>Myrcia</em> I (Myrtaceae) estiveram presentes em todas as amostras analisadas. Os tipos polínicos <em>Protium heptaphyllum</em> (Buseraceae) e <em>Schinus terebinthifolia</em> (Anacardiaceae), ambos utilizados como fonte de resina pelas abelhas, apresentaram frequências de distribuição de 56,25% e 81,25%, respectivamente.</p> 2019-08-08T13:29:58+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://periodicos.ufsb.edu.br/index.php/paubrasilia/article/view/17 Biologia floral, fenologia reprodutiva e polinização de Xylopia aromatica (Lam.) Mart. (Annonaceae) em uma área de Cerrado no oeste da Bahia 2019-11-11T22:59:49+00:00 Daniele dos Santos Aragão danielearagaobio@hotmail.com Cristiana Barros Nascimento Costa cbncosta@gmail.com Viviany Teixeira do Nascimento vivyteixeira@gmail.com <p>A família Annonaceae é comum no Cerrado do Oeste da Bahia, mas os estudos sobre a sua biologia floral, reprodutiva e fenológica na região, bem como dados sobre seus polinizadores, são raros. Uma das espécies comuns na área é a <em>Xylopia aromatica</em> (Lam.) Mart. cujos aspectos reprodutivos, motivo do presente trabalho, são pouco conhecidos. O presente artigo realiza também o estudo da biologia floral e reprodutiva, a fenologia e os polinizadores dessa espécie. O estudo foi desenvolvido em uma área de Cerrado no município de Barreiras-BA de outubro de 2015 a setembro de 2017 durante o qual foram feitas as análises da fenologia reprodutiva e dos cruzamentos do sistema reprodutivo, assim como observações da biologia floral e de visitantes florais. As flores de <em>X. aromatica</em> são dicogâmicas do tipo protogínicas. A floração é sincrônica e contínua, possibilitando o fluxo gênico entre os indivíduos da espécie. Dentre os visitantes florais, destacou-se um Curculionidae, único encontrado dentro da câmara floral. A protoginia de <em>X. aromatica</em> impede a autopolinização, evidenciando a dependência de polinizadores para seu sucesso reprodutivo. A maior formação de frutos por polinização cruzada, aliada à baixa taxa por geitonogamia, sugere um sistema reprodutivo autoincompatível para essa espécie.</p> 2019-08-09T14:31:45+00:00 ##submission.copyrightStatement##